Home | Contato | Mapa do Site

Busca no site:
:: SANTA CASA DE MAUÁ >> CLIPPING


Especialista alerta para os perigos da conjuntivite

Vermelhidão nos olhos, pálpebras inchadas, coceira e lágrimas em excesso são sinais de que alguma coisa não vai bem com seus olhos, podendo indicar uma conjuntivite, alerta o oftalmologista Fernando Eiji Sakassegawa Naves do Hospital da Santa Casa de Mauá.

A patologia é uma inflamação na membrana transparente que reveste a parte frontal do globo ocular e o interior das pálpebras. A conjuntivite pode durar cerca de 20 dias e ocorrer em qualquer época do ano.

A mais comum é a infecciosa, de caráter contagioso, e pode acometer até os dois olhos. Esse tipo é divido em viral - o mais comum, transmitido pelo adenovírus, pelo contato de secreções dos pacientes infectados; bacteriana, menos comum, porém mais perigoso e transmitido pelo contato com a bactéria; fúngica a mais rara, ocorre quando uma pessoa machuca os olhos com madeira. O tratamento é bastante delicado e pode causar complicações na visão.

Existem ainda outros tipos de conjuntivite, como a alérgica que é decorrente do contato com ácaro e pólen, não são contagiosas e podem ser sazonal, associada à rinite ou asma; ceratoconjuntivite atópica, ligada à dermatite atópica; primaveril ou papilar gigante em razão do uso de lentes de contato.

Segundo o especialista, como os sintomas são bastante semelhantes, a melhor forma de identificar o tipo é verificar sua forma de contágio. "Procurar um especialista para indicar o tratamento correto o mais rápido possível é a melhor maneira de evitar complicações”, explica.

Vários fatores podem desencadear a conjuntivite e o mais comum é colocar as mãos sujas ou contaminadas nos olhos. Algumas doenças também podem gerar uma predisposição como herpes, doenças autoimunes ou virais, além da baixa imunidade.

"O tratamento deverá ser determinado pelo agente causador da doença. Na viral não existem medicamentos específicos e o tratamento foca nos sintomas; na bacteriana inclui colírios antibióticos; na alérgica, a orientação é diminuir a intensidade e a frequência das crises”, acrescenta o médico.


Informações à imprensa
MP & Rossi Comunicações
Marli Popolin
mprossi@uol.com.br
(11) 4436-8408 / 99602-4430

4/5/2018